sexta-feira, 14 de agosto de 2009

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Arquimedes


Arquimedes, foi matematico e físico grego, nasceu em Siracusa-Sicilia em 287 a.C

Uma cara bacana, que mereçe todo nosso respeito, porque sem seus conhecimentos não teríamos elevadores e nem a verticalização das cidades. oh my! não existiria N.Y? Tokyo?!

Há vários principíos de Arquimedes, como o "Dos corpos flutuantes", "Do equilibrío dos Planos", Espirais, Círculos ( numéro Pi), Parábolas...

Amei o que pesquisei, pra meu conhecimento geral e "o que aprendi está de bom tamanho... hehehehe"(porque e muita matematica pra minha cabeça!) e conclui que gênios não morrem. Minha singela Homenagem:


"Todo Corpo submergido num fluido, experimenta um impulso de baixo pra cima, igual ao peso do fluido que desloca"

sábado, 8 de agosto de 2009

Réu confesso


... Confesso que ser livre não é estar só...

... não é estar acompanhada...

...Confesso que precisei tirar os pés do chão...

...Confesso que precisei partir e voltar...

...Confesso que precisei me perder...

...para poder me encontrar...

...Confesso que vivo no meu mundo...

...aonde eu dito as regras...

...confesso que me falta o ar...

...porque queria ser o ar que sai da tua boca...

...queria ser o teu riso mais bonito...

...queria ser as ondas que te acariciam a pele nua...

...queria dançar no teu corpo feito bailarina...

...Confesso...

...Sou Réu Confesso...

...Vivo no mundo dos sonhos...


Pax Torralba.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Revolução


"Passei fora de órbita por muitos instantes,
precisei voar,
precisei partir e voltar,
precisei tirar os pés do chão,
porque os pés na Terra estavam me sufocando,
as raizes me estrangulavam o pescoço,
precisei vagar,
precisei voar,
peguei asas emprestadas de um anjo,
voei,
mas nas asas de Ícaro morri.
Revolução em mim,
sou um foguete fora de órbita,
Descontrolada,
Inquantifícavel,
Indescritível,
Sou Invisível,
Sou fogo,
Eu Sou o Phoenix que renasce das cinzas....
Revolução em mim,
agora digo Bem-Vinda a nova Deusa que habita em mim!"
Pax Torralba

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

DESERTO


O deserto que abrigo em meu peito,
O deserto é quente,
O deserto é frio,
O deserto sabe que nas noites de lua cheia,
o eco da tua solidão,
me embriaga,
me perco e alucinada sigo trôpega, ofegante...
será que as estrelas me guiarão ao Oasis que saciará minha sede de água...
e minha fome com tãmaras?
serei tua deusa nos meus sonhos de mil e uma noites...
porque meu peito é puro deserto...
Pax Torralba

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A meus adoráveis sonhadores


DICA DE LEITURA
Para todos aqueles, como eu, que gostam de sonhar, que gostam de viver muitas vidas numa só...
É um livro fácil de ler, despretensioso, mas ao mesmo tempo magnífico! deixar-se atrapar pelas descrições de cada conto, escritos para vinte artistas que ama e admira, Antonio Tabucchi "penetra as trevas do sono para iluminar, com sonhos, desejos, os dramas e o própio sentido da vida."
"O feitiço da narrativa é tão envolvente e propicia emoção estética e prazer intelectual de tal intensidade que, tal como Toulouse Lautrec, "pintor e homem infeliz", abraçando o travesseiro no fim do sonho e virando-se para o outro lado para continuar a sonhar, gostaríamos de continuar sonhando nas asas de Tabucchi".
amooooooooooooooooo

Eolo


Naquela tarde quente de 1962, Lívia olhava pela janela e via o Pão de Açúcar lá de longe... sentia como se estivesse dentro de um sonho... fazia dois dias que chegara da capital mineira, juntamente com sua família... O calor sufocante não amenizava, nem mesmo com limonada gelada... resolveu deitar e fazer uma siesta...
Sonhos de Lívia,Poeta e Diva

Sonhou que havia se transformado em Rita, sentia o toque da seda do vestido longo e negro na pele, sentia o coração pulsar mais forte com a força e o som da orquestra, o som do trompete era tão nítido... a música que ela cantava, Lívia/Rita fazia as pessoas delirararem no salão do Copacabana Palace, dançando e cantando "Put the Blame on Mame", ela sacudia os quadris e olhava os ilustres desconhecidos, Jango, Guinle e Leila Diniz... sentia uma voz chamando lá no fundo... e seu corpo caindo e sendo arropado pelas nuvens rosas do cenário carioca que havistara desde o seu quarto...
Abriu os olhos e já era o horário do jantar, o cheiro e a voz da sua mãe fizeram Livia descer de sua nuvem rosa e esquecer que tinha sido Rita, ao menos e em seus sonhos, ao menos naquela tarde quente de 62. Enquanto ainda era uma normalista, recém chegada a capital... Nada que a ditadura militar pudesse mudar, mas isso já é outra estória...